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PGR GRO Programa de Gerenciamento de Riscos e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

Veja como podemos ajudar a sua empresa a se adequar as novas exigências das normas regulamentadoras sobre o PGR GRO Programa de Gerenciamento de Riscos e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Em continuidade às reformas e simplificações às Normas Regulamentadoras (NRs) que vem sendo divulgado pelo Governo, foram aprovadas as Portarias SEPRT/ME n° 6.735/2020 e n° 6.730/2020.

As NRs possuem como foco regulamentar parâmetros e diretrizes que contribuam com a segurança e a saúde do trabalhador no exercício de suas atividades laborais.
 

Foi aprovada no dia 17 de dezembro de 2019 pela comissão Tripartite Paritária Permanente do Ministério do Trabalho, o texto que modifica o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) para o GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais).

A medida transformará o modelo com o qual as empresas cuidarão de suas estratégias de SST, norteando seus planos, programas ou sistemas de gestão de segurança e saúde no trabalho.

NR que preve os requisitos da NR 1, que trata sobre disposições gerais da Segurança e Saúde do Trabalho, e está articulada com todas as demais Normas Regulamentadoras, em especial, a NR 7 – PCMSO, NR 9 – PPRA e NR 17 – Ergonomia.

 

Controle de riscos PGR

Hierarquia de Controle de Riscos (Fonte: NIOSH, 2020).

O PGR representa um conjunto de requisitos voltados para a Saúde e Segurança do Trabalho (SST) que devem ser seguidos, com o objetivo final de prever os riscos que estarão presentes durante a execução das atividades e evitar que acidentes aconteçam. Além disso, visa estabelecer um conjunto de ações efetivas para controlar os riscos avaliados.

Controlar as exposições aos riscos ocupacionais é o método mais eficiente de proteção dos trabalhadores.

A hierarquia de controles mais usada para determinar as soluções viáveis e eficazes é proposta pela NIOSH (The National Institute for Occupational Safety and Health), onde a ideia é que devemos iniciar com ações que eliminem os riscos e só em situações em que realmente o risco não possa ser controlado, implantar os EPI’s, acompanhados de ações administrativas.