Por que esses erros são tão comuns
No ambiente corporativo, mesmo com regulamentações claras, muitos gestores continuam a cometer erros críticos na gestão de Segurança do Trabalho. Isso ocorre devido a uma combinação de fatores, como falta de atualização contínua sobre as normas, subestimação dos riscos e a complexidade das operações industriais. O impacto desses erros não é apenas financeiro, mas também afeta a reputação e a moral dos colaboradores.
Os 6 erros mais frequentes
Erro 1: Subestimar a Importância da NR-35 — Trabalho em Altura
Por que acontece: Muitas empresas do setor industrial não percebem o risco envolvido nas operações em altura até que um acidente ocorra. Como identificar: Frequente falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados e treinamentos insuficientes. Consequência legal e operacional: Multas significativas e paralisação das atividades. A NR-35 exige treinamento e equipamentos específicos para trabalhos acima de dois metros. Como corrigir: Implementar treinamentos periódicos com certificação, revisando e atualizando equipamentos de proteção em até 30 dias.
Erro 2: Desconhecimento da NR-10 — Segurança em Instalações Elétricas
Por que acontece: Muitos gestores subestimam a complexidade das operações elétricas, levando a falhas de segurança. Como identificar: Relatórios de manutenção incompletos e ausência de profissionais qualificados. Consequência legal e operacional: Risco de acidentes fatais e penalidades severas. A NR-10 exige qualificação específica para os trabalhadores envolvidos. Como corrigir: Realizar cursos de capacitação para eletricistas e engenheiros de manutenção, conforme oferecido aqui(https://www.consultoriatecnoseg.com.br/cursos/nr-10), dentro de 60 dias.
Erro 3: Falta de Gestão de Riscos de Incêndio
Por que acontece: Ignorar a necessidade de uma brigada de incêndio treinada e de um plano de evacuação eficaz. Como identificar: Ausência de simulacros e inspeções irregulares nos equipamentos de combate a incêndio. Consequência legal e operacional: Risco de incêndios que podem resultar em perdas materiais e humanas, além de multas. A NR-23 aborda a proteção contra incêndios. Como corrigir: Instituir brigadas de incêndio e realizar treinamentos regulares, conforme indicado aqui(https://www.consultoriatecnoseg.com.br/brigada-de-incendio), em até 90 dias.
Erro 4: Ausência de Controle de Substâncias Perigosas
Por que acontece: Falta de inventário e controle de armazenamento de produtos químicos. Como identificar: Armazenamento inadequado de substâncias e falta de fichas de informação de segurança de produtos químicos (FISPQ). Consequência legal e operacional: Alto risco de acidentes químicos e sanções previstas na NR-20. Como corrigir: Implementar um sistema de controle de substâncias químicas com auditorias trimestrais.
Erro 5: Negligenciar a NR-33 — Espaços Confinados
Por que acontece: Falta de compreensão dos riscos associados e preparação insuficiente para emergências. Como identificar: Ausência de treinamento específico e equipamentos de monitoramento de gases. Consequência legal e operacional: Risco de acidentes graves e multas severas. A NR-33 exige que todos os trabalhadores sejam treinados e que haja um plano de resgate. Como corrigir: Providenciar treinamento especializado, como oferecido aqui(https://www.consultoriatecnoseg.com.br/cursos/nr-33), dentro de 30 dias.
Erro 6: Falhas na Comunicação e Registro das Informações de SST
Por que acontece: Falta de sistemas integrados para gerenciar dados de segurança e saúde no trabalho. Como identificar: Informações desatualizadas e inconsistências nos registros de segurança. Consequência legal e operacional: Problemas de conformidade com o eSocial e possíveis multas. Como corrigir: Implementar um sistema de gestão de SST integrado conforme o guia aqui(https://www.consultoriatecnoseg.com.br/esocial-sst-guia-completo).
Como diagnosticar se sua empresa comete esses erros
- Os registros de treinamento estão atualizados?
- Existem auditorias regulares de segurança?
- A empresa possui um plano de emergência documentado?
Plano de correção por prioridade
- Erros críticos: Corrigir em até 30 dias, como falhas na NR-35 e NR-33.
- Erros moderados: Corrigir em até 90 dias, incluindo melhoria da gestão de riscos de incêndio.
- Erros de baixo risco: Monitorar continuamente, focando em comunicação e registro.
Perguntas frequentes (FAQ)
- Quais são as penalidades para não conformidade com a NR-35?
- Como uma empresa pode melhorar a comunicação interna de SST?
- Quais são os requisitos mínimos para formação de brigada de incêndio?
Sobre o Autor

Jonathan Ribeiro
CEO & Fundador — TecnosegEspecialista em Segurança do Trabalho com mais de 20 anos de atuação. Instrutor certificado internacionalmente pela NFPA 1041 Pro Board via Texas A&M / TEEX. Engenheiro de Produção, Técnico em SST e graduando em Inteligência Artificial Aplicada. Seus conteúdos são direcionados a profissionais e empresas que buscam elevar o nível da segurança corporativa com visão moderna e orientada a resultados.
- Técnico em Segurança do Trabalho (desde 2002)
- Engenheiro de Produção
- Instrutor NFPA 1041 Pro Board — TEEX/Texas A&M
- Graduando em Inteligência Artificial Aplicada
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